Entre 15 e 21 de janeiro, as TVs e rádios católicas associadas de Signis Brasil transmitirão a primeira viagem internacional do Papa Francisco em 2018. Durante os seis dias, o Sumo Pontífice visitará o Chile até o dia 18, e depois vai ao Peru. Também equipes de jornalistas de impressos e Web registram a viagem neste período.

 

A Secretaria Internacional Pró Comunicação, Relações Internacionais do Vaticano já disponibilizou as informações necessárias para as mídias que devem participar da transmissão da viagem apostólica do Pontífice. A primeira etapa terá o sinal emitido diretamente de Santiago, no Chile, nos dias 15 e 16 de janeiro. No dia 17, em Temuco e, no dia 18, em Iquique.

 

 

Já na segunda etapa, no Peru, as transmissões serão feitas da capital Lima nos dias 18, 19 e 21. Já no dia 20, será em Trujillo.

 

Para Geizom Sokacheski, coordenador do grupo de TVs da Signis Brasil, "os meios de comunicação católicos de todo o mundo e em especial as emissoras de inspiração cristã aqui no Brasil, tem a oportunidade de transmitir em seus veiculos (rádio, televisão, digitais e impressos) a cobertura desta que é a sexta viagem do Santo Padre à América Latina, depois do Brasil (2013), Equador, Bolívia e Paraguai (2015), Cuba (2015), México (2016) e Colômbia (2017). Transmitir os passos do papa Francisco, e a cobertura de uma agenda extensa entre encontros, reuniões e celebrações, abordando temas e fatos não tão distantes da realidade do nosso país, é unificar os meios, levando a massa de toda a nossa população o desenrolar da sabedoria, valorização e confirmação da fé, em meios atuantes e praticos da Igreja Católica. O papa Francisco vem para confirmar o compromisso da Igreja com o povo e para o povo, que nós emissoras católicas coligadas a Signis Brasil nestas transmissões oferecidas pelo departamento de "Relações Internacionais - Secretaria de Comunicaçao do Vaticano", possamos unir nossas forças e transmitir a vontade da Igreja", afirma.

 

Já Luís Henrique, coordenador do grupo de impressos da Signis Brasil, reforça a importância da cobertura dos meios de comunicação católicos como aqueles que tratam com mais cuidado os assuntos da Igreja e da sociedade e, nem por isso, faltam com a realidade dos fatos.



"É importante a cobertura da rede de veículos ligados à Igreja primeiro porque a mídia convencional nem sempre dá sequer uma cobertura ou noticia ações, temas ligados à Igreja, e inclusive o Papa, apesar da sua popularidade. Por outro lado, muitas vezes quando dá o faz de forma superficial, porque em geral as pessoas subestimam o tema 'religião' e esquecem que é preciso ter certos cuidados, há certas especificidades no trato desse tema. Às vezes há informações, conceitos e ideias que a imprensa em geral negligencia e a mídia católica, que é especialista em Igreja Católica, tem a capacidade, as condições de dizer algo diferenciado. Acredito que é muito importante que as pessoas tenham acesso ao que os impressos e também os demais veículos da Igreja publicam, pois o assunto "Igreja", "Papa Francisco" e demais temas relacionados, assim como outros assuntos de interesse geral, não necessariamente religiosos, certamente ganham um ponto de vista diferente, que às vezes é otimista e realista e que é bem mais cuidadoso do trato de questões que, muitas vezes, a mídia convencional apresenta, pois ela tem como objetivo fundamental o lucro e por isso vai procurar sempre aquilo que dá mais audiência e que geralmente está permeado de sensacionalismo. Convido, então, as pessoas a darem um voto de confiança para esses veículos católicos e os apreciarem, até mesmo para contrapor o que eles veem na mídia em geral com que os veículos católicos transmitem", afirma.

 

 


Da Redação/Secretaria Pró-Comunicação Vaticano