O “Uma Nota Que Eles Notam” emocionou e elevou os corações em oração pelas vozes de Fred (Banda Dom), Gil Monteiro, Marcelo Duarte (Anjos de Resgate), Luiz Felipe (Vida Reluz), André Leite (ID2), Maninho, com as participações especiais de Tony Allysson, Cleiton Saraiva, Thiago Costa, Allyson Castro e Adriana Arydes.

Cada evento tem seu brilho especial e este, de maneira única, mostrou a gratidão à missão, amizade e partilha.

O espetáculo começou com o lançamento do livro de Roberto Parmeggiani, “O Mundo de Arturo”, que narra a história de uma criança especial em plena superação de desafios com amor e coragem.

Logo em seguida, Tony Allysson abriu o espetáculo já introduzindo os corações à noite de louvor. Após a abertura, deu-se início ao musical com todos os cantores.

Dali em diante, tivemos dueto de rock, com André Leite e Gil Monteiro cantando “Sunday, bloody Sunday”, além de quartetos e todos os cantores juntos com Adriana Arydes na canção “Humano Amor de Deus”. De forma especial, Adriana também se apresentou com André Leite e Marcelo Duarte numa bela interpretação da música “Teu Milagre”.

A cantora, que tem participado de edições do “Uma Nota Que Elas Notam”, deixou suas impressões sobre o evento.

“Acompanho esse projeto há tantas edições e hoje estou aqui com esses homens de Deus, que eu admiro muito, que são importantes pra mim. Esse é realmente um projeto de Deus, abençoado”, afirmou.

Houve vários homenageados especiais, dentre eles fez-se memória de Caio Georgevich, membro da Milícia da Imaculada, que faleceu recentemente. Houve ainda a presença de Ricardo Martins, filho de Dr. Manuel Pereira Martins, que recebeu uma homenagem por seu pai. E, para finalizar, homenageou-se o cantor Flavinho, que foi bem aplaudido e, a pedido da plateia, deu uma palhinha, além de Padre Zezinho, scj, que também foi muito bem recepcionado.

Ele declarou estar bastante satisfeito com o que presenciou no “Uma Nota Que Eles Notam”. Houve um momento no qual ele foi chamado ao palco enquanto os cantores entoavam com carinho músicas do próprio Padre Zezinho, como “Amar como Jesus Amou”, “Maria de minha infância” e “Oração pela Família”. Nessa hora, o sacerdote fazia com as mãos uma coreografia da canção.

Ao final de tudo, ele manifestou sua alegria e deixou um depoimento sobre o que presenciou no show.

“Cantores católicos de São Bernardo... Competentíssimos! Dá gosto ver como são artistas de primeiro escalão, mas no palco eu vi companheirismo e humildade. Nenhum quis aparecer mais do que o outro. Lutei por isso desde 1967. Gostei do que vi. Eu vi lá um testemunho belíssimo dos novos cantores jovens... Mas que beleza! Que vozes espetaculares! Que capacidade de cantar, de tocar e, mais do que isso, que artistas de primeira qualidade da Igreja Católica Apostólica Romana. Eu fiquei embasbacado, entusiasmado. A Igreja está fazendo bem a sua parte e a Renovação Carismática também a fez muito bem. Preparou muitos cantores bons e evangelizadores. Do nosso lado, também acho que os nossos jovens cantores, que trabalharam comigo, são muito competentes. Estudaram. Então, valeu a pena eu começar em 1967 isso de preparar jovens cantores... jovens capazes de fazer teatro, jovens capazes de animar uma assembleia e capazes de criar canções novas, e capazes de se auto dirigir... Porque muitos deles produzem seus próprios Cds e seus próprios livros. Mas era isso que nós queríamos! Então, eu olho pra tudo isso e via aqueles meninos lá no palco, as meninas... E eu disse: ‘A Igreja chegou lá!’. E eu, de olho cansado, já ficando velho, eu acho que valeu a pena. E não só eu! Padre Jonas, que fez tanto por esses jovens e padre Eduardo, e tantos outros padres daquele tempo, que acreditávamos que os jovens seriam capazes de ir pra rua, de ir pros palcos, de evangelizar”, afirmou.