Em 3 de maio, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é comemorado, com uma demanda que exige respeito pela liberdade de expressão. Segundo a presidente da SIGNIS Argentina, a comunicadora Isabel Gati, na Argentina, como em muitos países, "liberdade de imprensa é" liberdade de empresa ". Segundo ele, os "grandes meios de comunicação aumentaram nos últimos dois anos, suas possibilidades de negócios por meio da suspensão de direitos concedidos pela lei de Serviços de Comunicação Audiovisual (26.522) e telecomunicações (27.078) precedentes, com a suspensão de vários de seus artigos e com novas regulamentações que legitimam o "let-do" típico da gestão da mídia liberal. A mídia comunitária é perseguida e silenciada através de várias estratégias".

Além disso, no Brasil, "historicamente, a imprensa sofreu muito nas mãos do governo, e torna-se necessário que esses direitos sejam garantidos" informação, a liberdade e o jornalismo na Constituição de 1988 ", disse a secretária de SIGNIS Brazil, Sr. Osnilda Lima, que acrescenta que em um "regime democrático de direito, a liberdade de imprensa é uma conquista legítima e essencial, de importância indiscutível".

Enquanto isso, no Chile, a sociedade se orgulha do fato de que, neste país, exista a "absoluta liberdade de imprensa escrita, de rádio, de televisão ou eletrônica. A justiça só intervém quando o crime de calúnia ou difamação tiver denúncia comprovada" slientou o presidente da SIGNIS Chile, o comunicador Juan Pablo Donoso disse.

Por sua parte, o presidente da SIGNIS Equador, Angel Fabian Iza, manifestou preocupação com a situação da liberdade de expressão no Equador, depois de "recentes acontecimentos lamentáveis a jornalistas”.

Lamentou também que, no Equador, a imprensa tem "sido vítima de retórica patrocinada por governos populistas que não usam de misericórdia, acusando os jornalistas como "Press Corrupted", "Assassins Ink", generalizando o exercício da comunicação, e vitimizando-se perante a sociedade".

SIGNIS ALC